Conforme apurou o portal PB Debate, antes de desaparecer do comando da cidade, Bruno deixou tudo devidamente acertado: qualquer ação, decisão ou encaminhamento na Prefeitura passou a ser centralizado na chamada “supersecretária” de sua confiança, Kátia Mesquita.
Na prática, a ordem interna é clara: o vice-prefeito não tem voz nem vez. Secretários não possuem autonomia sequer para decisões básicas. o chefe de gabinete carrega o título, mas não manda nem no próprio café.
Qualquer pedido, decisão, despacho ou demanda política precisa passar, obrigatoriamente, pelo crivo da supersecretária. Sem aval, nada anda. Nada sai. Nada existe.
Campina virou oficialmente terra sem prefeito e quem mandar agora é uma secretária



