João Azevêdo e ministro Lewandowski inauguram primeira Sala Lilás do Brasil

Foto: (Reprodução)

O governador João Azevêdo participou, nesta sexta-feira (21), da inauguração da primeira Sala Lilás do Brasil pelo Programa Nacional Antes que Aconteça, ao lado do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, e da senadora Daniella Ribeiro. O espaço funciona no prédio do Instituto de Polícia Científica (IPC), em João Pessoa, e será destinado ao atendimento de mulheres e meninas em situação de violência de gênero.

Na oportunidade, o chefe do Executivo estadual destacou a importância do equipamento para oferecer assistência e proteção à mulher em situação em violência. “O Programa Antes que Aconteça vem exatamente no sentido de fazer aquilo que precisa ser feito: o entendimento de que o pequeno gesto de violência precisa de intervenção. Nós queremos que a mulher, ao menor sinal de violência, tenha um espaço, e esse espaço vai existir com o Antes que Aconteça e aqui vai um agradecimento à senadora Daniella Ribeiro e ao ministro Ricardo Lewandowski. Nós estamos dando o primeiro passo porque serão mais de 50 Salas Lilás em toda a Paraíba, associadas às 10 Delegacias da Mulher e aos 20 Centros de Referência da Mulher que estamos implantando”, frisou.

Ele também elencou várias ações executadas pelo governo voltadas para a mulher. “Nós investimos no programa Empreender Mulher, vamos inaugurar em breve o Hospital da Mulher de João Pessoa, estamos construindo o Hospital da Mulher de Campina Grande e iniciaremos as obras em Sousa. Além disso, ampliamos a Patrulha Maria da Penha para Patos e das mulheres protegidas pelo programa, não perdemos nenhuma para o feminicídio”, acrescentou.

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, enfatizou a importância da Sala Lilás no enfrentamento à violência contra a mulher e ressaltou que a Paraíba será referência para outros estados. Ele também lembrou que a implantação do espaço representa a união entre os Poderes para o avanço de ações em defesa da mulher. “Essa é uma sala que vai dar um acolhimento amplo, multidisciplinar à mulher que sofra uma violência, que seja agredida de alguma forma, que se sinta ameaçada. Nós teremos delegados de polícia, assistentes sociais, psicólogos — enfim, todos os profissionais para dar ajuda não apenas à mulher que, naquele momento esteja em situação de risco, mas também à criança que eventualmente a acompanhe”, observou, parabenizando o pioneirismo da Paraíba.

SECOM

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